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Quais são as principais festas do Québec?

Postado por:École Québecem:14/12/2020

Conheça mais sobre cinco festas que refletem a pluralidade cultural da província canadense 

Quais são as principais festas do Québec? Se você digitou essa pergunta no Google deve ser porque pensa em visitar a província em breve ou está curioso sobre como o povo québécois se diverte.

Antes de irmos mais a fundo no assunto, é importante pontuar que as festividades locais do Québec possuem uma característica notável: a preservação da cultura francófona através de costumes e tradições singulares.

Dessa forma, as festas do Québec assumem uma identidade própria, onde a história se funde ao contemporâneo – tornando-as culturalmente ricas, acolhedoras e únicas. 

Aqui no blog da École Québec, já conversamos sobre algumas das principais festividades da província como o Festival Montréal en Lumière, IglooFest, Festival International de Jazz de Montréal, Festival Juste pour rire e o Carnaval de Québec.

Agora, vamos comentar sobre as principais festas do Québec que refletem a pluralidade da província canadense. Vamos lá? 

Saiba quais são as principais festas do Québec

Fierté Montréal


Fundada em 2007, a Fierté Montréal, ou, em inglês, Montreal Gay Pride, é uma festa artística e musical, onde o entretenimento e diversão estão obrigatoriamente presentes. Organizado por iniciativa das comunidades de Montreal, o festival possui o objetivo principal de celebrar o orgulho LGBTQ+. Reúne anualmente cerca de dois milhões de visitantes locais e internacionais.

A Fierté Montréal é considerada o maior festival LGBTQ do Canadá e a mais populosa concentração desse tipo do mundo francófono. São 11 dias de programação incluindo combinando eventos de diferentes formatos, como espetáculos, performances e números musicais. Você encontra mais informações no site oficial. 

Festival d’été de Québec

O centro histórico do Quebec, no campo de batalha histórico das Planícies de Abraão, é o cenário desse animado festival de música que reúne, todos os verões, cerca de 1,5 milhão de participantes para curtir aproximadamente 300 shows em dezenas de espaços abertos e fechados.

O Festival d’été de Québec começou como um evento cultural na década de 1960 e atualmente é um dos maiores do mundo, ficando, entretanto, atrás da Parada do Orgulho de São Paulo, a maior do mundo. Artistas de grande renome, como Rolling Stones, Lady Gaga, Bryan Adams, Elton John e Plácido Domingo já se apresentaram em edições do festival.

Do rock ao hip-hop, eletrônico e jazz, a festa combina diferentes estilos musicais e artistas de rua e oferece uma programação eclética voltada para todas as faixas etárias.

Montréal Complètement Cirque

Durante o mês de julho, o Montréal Complètement Cirque ocupa ruas, parques e calçadas com extensa programação de artes circenses. Durante 11 dias, diversos lugares públicos espalhados pela cidade tornam-se palcos para apresentações coloridas de artistas canadenses e do mundo inteiro.

É um evento que aposta na diversidade em todas as suas formas e expressões, criando momentos em que os mais talentosos performistas do mundo circense reúnem-se em shows e apresentações de cair o queixo.

OSheaga

Desde 2006, pessoas do mundo inteiro vão ao Parc Jean-Drapeau, em Montréal, para curtir diversos estilos de música em vários palcos ao ar livre. Essa é a essência do Festival de Música e Artes Osheaga cujo objetivo principal é revelar talentos locais e artistas desconhecidos.

Esses novos expoentes da música tocam ao lado de grandes nomes internacionais, como Coldplay, The Black Keys e The Cure, oferecendo uma programação musical valiosa para todas as faixas etárias. Além disso, o OSheaga oferece atrações espalhadas pela cidade em palcos menores e em galerias de artes. 

As festas do Québec são conhecidas pela preservação da cultura francófona através de costumes e tradições únicas. Desde enaltecer o orgulho LGBTQ+, como a Fierté Montréal, até revelar artistas independentes como o festival OSheaga, os eventos refletem a essência da sociedade.

Agora você conhece mais quatro festas do Québec para anotar na sua agenda e se programar para quando for visitar a região ou quando estiver morando por lá. De qualquer forma, conhecer essas festividades é uma maneira de vivenciar a arquitetura, a música, a cultura e a expressão artísticas da província.

Aqui no blog da École Québec, você encontra diversas informações, dicas e orientações de como aprender francês québécois e oportunidades de estudos e trabalhos no Québec. Explore nosso conteúdo! 

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Conheça sobre a história contemporânea do Québec

Postado por:École Québecem:06/11/2020

Contamos aqui nesse post quais foram os principais fatos da história contemporânea do Québec! Descubra!

A história do Québec difere de outras colonizações realizadas pela França e possui uma narrativa diferenciada até dentro do Canadá. Os fatos históricos, como o Tratado de Paris, de 1763, que passou a ocupação do território dos franceses para os ingleses, desencadearam na criação de uma forte identidade cultural e uma luta constante pela preservação do direito de falar francês.

Mesmo com a retirada da ocupação da França (e a consequente imposição da cultura inglesa), as crenças, valores, costumes e a língua francesa seguiram enraizados no Québec de maneira bem significativa. A luta pela liberdade linguística, religiosa e dos direitos civis marcou profundamente a sociedade québécoise.

Muito do que aconteceu nos últimos anos foi decorrente do sentimento de unidade, identidade entre os indivíduos e preservação da cultura criados a partir de todo esse contexto histórico.

Com essa premissa, aqui nesse post, vamos adentrar na história contemporânea do Québec. Assim, nos aprofundaremos nos fatos que influenciaram os dias atuais. Vamos lá?

Saiba mais sobre a história contemporânea do Québec

Naturalmente, a história do Québec é bem longa. Nesse post, vamos falar o que aconteceu depois da colonização, passando pela Rebelião dos Patriotas, o Domínio do Canadá, a Revolução Tranquila, as Leis de Constituição, os plebiscitos de independência, chegando finalmente ao momento atual.

História contemporânea do Québec: Rebelião dos Patriotas

A luta pela independência do Québec é desencadeada com a reivindicação do direito de falar francês e estende-se para outros protestos. Como usualmente acontece nesses processos, existiram muitas reviravoltas, rebeliões, levantes e sangue para se alcançar uma soberania de Estado. Um desses acontecimentos foi a Rebelião dos Patriotas.

Esse conflito iniciou-se quando as classes média e alta uniram-se contra a opressão exercida pelo imperialismo inglês e fundaram o Partido Patriota, liderado por Louis Joseph Papineau.

No ano de 1837, insurgiram-se contra uma possível fraude eleitoral que daria vitória aos ingleses, fato que desencadeou intensas revoltas populares nas principais cidades da região e, por consequência, em violenta repressão dos órgãos imperialistas.

Com o apoio dos setores médios e da burguesia local, somados a um pequeno setor da classe operária, essa revolta em específico pode ser comparada às revoluções burguesas do século XVII e XVIII. No entanto, nesse caso, em particular, os patriotas foram derrotados.

História contemporânea do Québec: Domínio do Canadá

A revolução burguesa quebequense, inaugurada pela Rebelião dos Patriotas, uniu diversas classes e foi reprimida violentamente, resultando no assassinato de milhares de pessoas, militantes e inocentes. Mas isso não deteve a luta pela independência.

Todo o século XIX foi marcado por intensos confrontos e, em 1867, os ingleses foram obrigados a conceder a organização das colônias em confederações. No entanto, mesmo que tivesse findado o sistema colonial no país, o Canadá ainda mantinha uma forte ligação com o Reino Unido.

Tinha os mesmos chefes de Estado, a bandeira oficial chamava-se Union Jack and the Red Ensign até 1967, o hino do país era o britânico e, até 1982, a Constituição só poderia ser modificada pelo Parlamento Britânico.

Assim, mesmo que a luta do povo quebequense tenha sido fundamental no processo de formação do País, as partes anglófona e a francófona nunca estiveram em posição de igualdade. Isso fez que, logo nos primeiros anos de independência, o Québec registrasse um profundo atraso econômico.

História contemporânea do Québec: ascensão dos conservadores

As províncias inglesas presenciaram um desenvolvimento industrial substancial no século XIX, o que permitiu o crescimento da classe operária e de sua organização política. Isso não aconteceu no Québec.

Esse fato teve um reflexo profundo em eventos posteriores. Sem articulação de classe, a província foi liderada a maior parte do século por um político de extrema-direita chamado Maurice Duplessis.


Após a crise de 1929 e a ascensão de regimes autoritários na Europa, Duplessis rompeu com seu partido e juntou-se à ala direita do Partido Conservador para fundar a União Nacional. Marcado pelas diretrizes fascistas, o político aproveitou dos movimentos de independência do resto do Canadá para chegar ao poder.

Seu primeiro mandato vai de 1936 até 1939, com outro mandato em 1944, após a  Segunda Guerra Mundial, até 1959. Esse último período, em específico, ficou conhecido como Grande Noirceur (A Grande Escuridão). Isso porque, se o Quebec já era mais atrasado em relação ao resto do país, a situação agravou-se com o Governo Duplessis.



Políticas públicas fundamentalmente agrárias desfavoreciam  o desenvolvimento econômico da região. Além disso, o regime autoritário reprimiu as organizações operárias, como sindicatos e movimentos sociais e fortaleceu o papel da Igreja Católica na província, atrelando ao clero o comando da educação, da saúde pública e de outros serviços sociais.

Todo esse contexto não foi muito adiante. No final da década de 1940, começaram a aparecer os sinais de desgaste do governo, revoltas foram amordaçadas e a instabilidade política no Québec aumentou bastante.

História contemporânea do Québec: Revolução Tranquila (1960)

A denominação “A Revolução Tranquila” foi citada pela primeira vez no jornal The Globe and Mail por um autor anônimo. Até hoje, os historiadores não chegaram exatamente a um consenso sobre a data específica do seu início, nem quando de fato terminou.

Isso porque não foi marcada por um dia em particular, como a Revolução Francesa, por exemplo. Foi um movimento iniciado depois de uma série de acontecimentos e aumento da tensão interna.

Como mencionamos anteriormente, o Québec estava em franca desvantagem do resto do Canadá em diversos aspectos. Alguns fatores para isso eram:

  • Sistema senhorial da Nova França, mantido por séculos; 
  • Participação efetiva da Igreja Católica nas políticas públicas; 
  • Controle da manutenção da políticas agrárias, em detrimento da industrialização; 
  • Domínio do clero sobre os serviços essenciais; 
  • Capital de investimento escasso;

Todos esses itens foram combustíveis para greves das classes operárias, como a dos mineiros de Asbestos, em 1949, e movimentos sindicais, como a Recusa Global pelos Automatistas. A imprensa e os fóruns de intelectuais críticos do governo de Duplessis, como o jornal Cité Libre, fomentaram a discussão.

No meio dessa tensão crescente, o falecimento do Maurice Duplessis, em 1959, logo seguida pela súbita morte de seu sucessor Paul Sauvé, foram gatilhos para eleição do Partido Liberal do Québec, liderado por Jean Lesage que tinha como slogan: “Maîtres chez nous” (Donos das nossas terras?)

Assim, iniciou-se um período de rápida transformação social dentro da sociedade do Québec. A Revolução Tranquila é um ponto de referência na história da província e as reformas efetuadas nesse período foram essenciais para desconstruir as estruturas tradicionais da província e introduzir a sociedade québécoise à modernidade.


Dentre elas, podemos destacar:

  • Criação oficial do Ministério da Educação; 
  • Secularização do sistema educacional
  • Grandes investimentos no sistema de ensino público;
  • Nacionalização das empresas elétricas; 
  • Criação de instituições públicas; 
  • Código Trabalhista garantindo direito à greve; 
  • Divisão igualitária de bens entre cônjuges; 
  • Melhoria no nível de instrução da população;

O Québec de hoje, uma social-democracia igualitária onde o bem comum passa na frente do enriquecimento pessoal vem dessa famosa Revolução tranquila.

História contemporânea do Québec: agora Québécois(es)

Como explicado, a Revolução Tranquila acarretou múltiplas reformas que resultaram na transformação do discurso nacionalista do Québec e criou um elevado senso de identidade e de capacidade nacional.


Foi durante esse movimento que os franco-canadenses viraram québécois(es), gerando um sentimento de nacionalismo e a busca mais ativa da autonomia política. Essa premissa, inclusive, contextualiza porque o Québec se recusou a assinar a Constituição de 1982.

Hoje em dia, a lei suprema no Canadá é constituída por dois principais documentos:  a Lei da Constituição de 1867 e Lei da Constituição de 1982, a qual inclui a Lei da América do Norte Britânica e a Carta Canadense de Direitos e Liberdades.

Essa última foi assinada pela rainha e o primeiro-ministro, Pierre Elliot Trudeau, no entanto, o Québec recusou-se a assinar devido às percepções que as mudanças constitucionais propostas iriam inviabilizar os mecanismos de proteção à língua e à cultura.

Para resguardar-se do direito preserva sua identidade, a província exige que sejam acrescentados dois pontos principais na lei:

  1. O Québec é uma sociedade distinta do restante do País;
  2. E por isso, precisa ter autonomia para barrar modificações na Constituição ou nas leis federais que poderiam ameaçar a existência e a sobrevivência do francês no Canadá.

Porém, mesmo sem o consentimento da província, a emenda constitucional entrou em vigor mesmo. Até os dias atuais, a adesão à Constituição é um tema recorrente na política canadense e do Québec.

História contemporânea do Québec: Status Quo

Dentro desse contexto legal, um ponto que merece destaque é a Loi 101 (Lei 101), que define os direitos linguísticos de todos os cidadãos do Québec e determina o francês como língua oficial da província.

A autonomia do Québec, a identidade francófona, as diferenças das outras regiões e as particularidades da sua história permeiam a discussão sobre a soberania da província e a sua separação do Canadá. Foram realizados dois referendos, em 1980 e 1995 sobre essa questão.

No último, houve adesão de 90% da população e a diferença foi muito pequena (50,6% votaram contra, e 49,4% votaram a favor). A realização de novos referendos, inclusive, são temas de campanhas eleitorais até os dias de hoje.

Essa foi uma história longa e ficamos contentes de vocês terem chegado até o final. Agora, conhecem mais sobre as estruturas da sociedade do Québec e conseguem compreender algumas nuances sobre a província, a cultura e a língua francesa! 

Por exemplo, agora você entendeu  porque a seção gramatical do material didático exclusivo da École Québec chama Point 101! 😉 Inclusive,  vamos conversar mais sobre isso em um próximo post! Fique atento!

Aqui no blog da École Québec, você encontra diversas informações, dicas e orientações de como aprender francês québécois e oportunidades de estudos e trabalhos no Québec. Explore nosso conteúdo!

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École Québec na TV5 MONDE

Postado por:École Québecem:10/07/2020
Programme Seuls Ensemble

O diretor geral da École Québec, e jornalista correspondente da Radio-Canada, Serge Boire foi convidado para participar do último episódio da série Seuls Ensemble exibida na TV5 Monde juntamente com a Rosella Tursi, uma outra quebequense que mora em Nova Iorque.

Com a mágica da videoconferência e a colaboração do anfitrião Pierre-Yves Lord, o programa Seuls Ensemble, destaca como cada país está passando pela crise do Covid, através dos olhos e das histórias de canadenses que moram ao redor do mundo.

São 14 episódios, onde em cada um deles, 2 pessoas são convidadas para compartilhar suas histórias e emoções vividas nesse tempo de pandemia. Foram entrevistados canadenses morando no Japão, Haiti, Países Baixos, Bélgica, Vietnã, Tanzânia, Panamá, Suécia, França, Chicago, Alemanha, Espanha, São Francisco, Israel, China, Itália, Coréia do Sul, Indonésia, Índia, Rússia, Austrália, Suíça, Nova Iorque, Brasil.

O útlimo episódio dessa série de entrevistas ao redor do mundo, foi dedicado ao nosso diretor Serge Boire, que mora no Brasil. Ele dividiu suas experiências e sentimentos sobre o delicado momento em que todos estamos vivendo.

TV5: uma das maiores redes de televisão do mundo

Ficamos extremamente lisonjeados com o convite para participar do programa, que decidimos te contar um pouco da história dessa emissora grandiosa.

A TV5 foi fundada em 1984. É uma das três maiores redes de televisão do mundo, juntamente com a MTV e a CNN.

Em 2006 a TV5 fez uma alteração no seu nome, renomeando-se para TV5 MONDE com foco total para o mundo, como uma rede global. É o primeiro canal mundial em francês, onde reúne uma média de 60 milhões de espectadores por semana em cerca de 200 países do mundo.

A sua missão é promover a língua francesa, mas também, oferecer, divulgar e compartilhar a diversidade de culturas e ponto de vista.  Trazer informações multilaterais, e confiáveis em todo o mundo bem como explicar/mostrar as culturas dos pais onde o francês é o idioma. Conteúdo para todas as idades, desenhos e animes infantis, documentários e uma variedade de séries, entre outros. Financiada pela França, Suíça, Canadá, Quebec e Federação da Valônia-Bruxelas, a TV5MONDE está simultanêamente conectada com as TVs parceiras, cujos programas são vistos pelo mundo inteiro.

A TV5 MONDE é formada por vozes francesas de vários países. Vozes canadenses, francesas, belgas e suiças. Sendo assim, uma grande maneira de unir em um único lugar todos os francófonos. Sua particularidade é espalhar e pluralizar obras em francês, seja elas francesas, canadenses, belgas ou do continente africano, não importa. O importante é espalhá-las por todo lugar do mundo, apoiando as produções e coproduções originais.

TV5 MONDE é o operador oficial da Organização Internacional da Francofonia (OIF), que é uma organização internacional que congrega países em que a língua francesa é oficial ou tem um status privilegiado. Atualmente a organização tem 57 Estados que são membros e 20 países observadores.

A plataforma da TV5 MONDE disponibiliza, um espaço educativo para o aprendizado da língua francesa, eles disponibilizam uma variedade de vídeos curtos que ajudam a melhorar a pronuncia e a entonação das palavras. Os vídeos são dinâmicos e engraçados, e é possível fazer a busca por nível de conhecimento. Uma plataforma totalmente completa.
Nessa plataforma, existe um espaço totalmente exclusivo para atividades de aprendizado do iniciante ao intermediário com todo o conteúdo voltado para o Quebec. Todas as atividades estão relacionadas ao dia-a-dia no Quebec, seus pontos turísticos, atrativos esportivos e culturais.

Apresentando também, o serviço de treinamento para quem vai prestar a prova do TCF. No seu site, é possível testar o seu nível de francês, fazer exercícios do nível da sua fluência e fazer uma simulação da prova de proficiência. A simulação contém 80 questões que devem ser respondidas em 1h30.

Canal no Youtube

A maior parte do conteúdo é retirada de canais de países que falam francês, além de notícias internacionais, a TV5 MONDE tem na sua grade de entretenimento uma variedade de séries, para o público infantil até adulto. Além de estar na plataforma do YouTube e com app exclusivo.

Uma curiosidade é que o número 5 no nome do canal é a contagem das redes que fundaram o canal: TF1 é um canal privado francês, sendo o primeiro canal em audiência na França e no continente Europeu, Antenne 2 é o principal canal de televisão público francês e o segundo mais visto na França, FR3  é o terceiro maior canal de televisão público e que faz parte do grupo France Télévisions, RTBF é uma organização que presta serviços de rádio e televisão à Comunidade Francófona da Bélgica, na Valônia e em Bruxelas, e TSR é a televisão suíça romanda.

TV5 Québec

Em 1988, A TV5 Québec faz a sua primeira transmissão, feita diretamente de Montreal para todo o Canadá.

A TV5 Québec oferece canais especializados em todo o Canadá que ajudam a promover diversidade cultural, social e linguística da Francofonia de Quebec. TV5 juntamente com a Unis TV fazem parte do serviço de televisão digital para empresas em todo o Canadá.

A Unis TV evidencia a pluralidade da diversidade da Francofonia canadense. Com programas gravados e produzidos em todo o país, o canal oferece programação geral e divertida. Fundamenta sobretudo nas realizações e aspirações das comunidades francófonas em todo o Canadá.

A Unis TV cria e, promove a produção de conteúdo original, oferece filmes, documentários, séries originais, entre outros conteúdos de qualidade, buscando cada vez mais a criação de laços com o seu público.

Nosso diretor Geral, Serge Boire, participou da primeira temporada do programa Seuls Ensemble, no episódio 14 da emissora.

Fizemos a transcrição da entrevista traduzida para o português.

Pierre Yves: Olá a todos, então eu estou saindo do meu porão para ir ao Brasil, onde está o Serge.
Serge, No Brasil, você vive aonde, que tipo de habitação?

Serge: Eu moro em um bairro de artistas, no centro histórico do Rio de Janeiro, bairro chamado Lapa, um dos bairros mais antigos. Eu vivo com meu marido em uma pequena casa de 70m2, dois quartos, que fica no início da montanha de Santa Teresa.

Pierre Yves: Serge não é um nome que pareça ser brasileiro, de onde  você é, e por qual motivo ou razão você foi morar no Brasil?

Serge: Bem, eu nasci em Montreal. Fui criado em Napierville, na costa sul de Montreal, muito perto da fronteira americana, na verdade. E sou jornalista freelance há anos. Agora, ensino francês e sou dono da escola École Québec. Ensino francês para brasileiros que querem emigrar para o Quebec, e sou casado com um brasileiro.

Pierre Yves: No momento, é óbvio que você está vivendo em um dos lugares mais quentes do planeta no momento. E está claro que a pandemia mudou radicalmente a maneira como as coisas funcionam em suas cidades. Serge, o Brasil acaba de ganhar uma posição que não é viável se olharmos para a lista de países que sofreram pelo vírus. No dia a dia, como é vivida a pandemia em seu país?

Serge: Aqui, Pierre-Yves, não está indo muito bem, de jeito nenhum. Acredita-se que excederemos o número de infecções, o número de mortes atingidos pelos Estados Unidos. Então, estamos falando de 120.000 mortos aqui. Por que não está indo bem? Porque o presidente brasileiro não acredita que valha a pena cuidar da saúde das pessoas. Ele está mais preocupado com a economia. Então, aqui no Brasil, temos 27 governadores estaduais que recebem a mensagem da OMS e dizem às pessoas que devemos permanecer isolados, mas apenas 50% da população respeita essas indicações. O que significa que o Covid se espalha em alta velocidade. Aqui, estamos falando de 25.000 pessoas por dia infectadas e de 1200 a 1300 pessoas que morrem pelo Covid a cada 24 horas. Então, ainda não chegamos ao topo do famoso pico, sobre o qual falamos, que começamos na segunda-feira, aqui, no Rio e em São Paulo, medidas de desconfinamento. E é por isso que eu diria a você que não sei para onde estamos indo. Eu fico em casa. Estou muito mais ocupado do que estava. Eu administro duas escolas de francês. Tivemos que mudar nossos cursos presenciais para online. Eu trabalho sete dias por semana e não paro, mas pelo menos fico em casa.

Pierre Yves: Serge, só no Rio, à 1,5 milhão de pessoas que moram nas favelas. Imagino que seja praticamente impossível respeitar as regras do distanciamento social nesse contexto. A situação das favelas, fica como?

Serge: É uma realidade brasileira que não é justa no Rio de Janeiro, e que está em todo o país e que terá ainda mais impacto nas próximas semanas, porque as medidas de contenção nos bairros são difíceis.

Pierre Yves: Então, claramente a atitude do presidente, que é negligente com a situação, em oposição aos governadores que estão tentando impor medidas de distanciamento, que deve dividir a população.

Serge: Sim, absolutamente, e eu vou lhe dar um exemplo, Pierre Yves. Ontem eu tive uma vizinha, que é minha mãe brasileira.
Nós cuidamos um do outro e ela sabe muito bem que não pode sair de casa. Mas desde que ela perdeu o emprego por causa do Covid, ela começou a alugar quartos. Ontem, tive uma discussão difícil com um dos hóspedes que saiu para a rua sem máscara. Eu diria a você que existem cerca de 20, 30% das pessoas que não usam a máscara e olham para você como se você fosse um extraterrestre. Tenho a impressão de que, em algumas semanas, estaremos em uma situação bastante triste e bastante dramática aqui no Brasil. Onde sinceramente acho que teremos ultrapassado os Estados Unidos porque, precisamente, temos um presidente que acredita que devemos primeiro salvar a economia e depois salvar a vida humana.

Pierre-Yves: Os estados unidos acumula uma certa frustação nesse momento, em relação a pandemia, e a injustiça racial. (Esse assunto foi questionado, porque a Rosella, também convidada para participar desse episódio do programa, mora em Nova York. Onde ela foi questionada sobre como a população estava lidando com a pandemia juntamente com os protestos ”Black Lives Matter”, desencadeados depois da morte brutal do americano George Floyd.)

Serge: Eu concordo, acho realmente triste que isso ainda aconteça e estou feliz por haver manifestações em grande escala. O que me entristece e me ofende como indivíduo é que essas situações acontecem centenas de vezes por dia no Brasil. Mas quando se trata da América Latina, vocês acham que é normal. Mas uma vida negra brasileira e uma vida negra americana, na minha opinião, têm o mesmo valor.

Serge: Estou muito feliz em ver o que está acontecendo, mas o que há de errado comigo aqui é que estamos abrindo o Jornal nacional brasileiro com protestos negros nos Estados Unidos, de um homem negro morto pela polícia, enquanto isso acontece centenas de vezes por dia em todo o país, em um país de 208 milhões de habitantes. Isso me choca.

Pierre-Yves: Bem, eu entendo você.
E, de fato, é extremamente chocante. Estou lhe fazendo uma pergunta difícil. Responda-me com seu coração. Eu, pelo que ouvi de suas histórias e pelo que ouvi nas notícias sobre o Brasil e os Estados Unidos, me parece bastante instável hoje em dia. Você às vezes pensa que está no lugar errado?

Serge: Não, não, acho que nós dois conhecemos amor. Eu, pensei algumas vezes em voltar ao Quebec, mas diria a você, Pierre-Yves, que encontrei aqui, coisas, no nível dos valores dos brasileiros, que estão mais em harmonia comigo. Aqui, pobres ou ricos, aproveitamos cada dia porque não sabemos se amanhã ainda estaremos vivos. E isso, é o que eu busco mais.

Pierre-Yves: De fato, o que você está me contando, afinal, é que quando alguém encontra o seu lugar, a sua casa, não importa os momentos difíceis, se encontra a vontade, a energia para não desistir

Serge: Cada pessoa tem uma escala de valores.
Este não é o país perfeito, mas, ao mesmo tempo, se eu resumir bem, se fizermos nossa lista de pontos positivos e negativos, há muito mais pontos positivos do que negativos.

Pierre-Yves: De qualquer forma, Rosella em Nova York e Serge no Brasil, primeiramente, prazer em conhecê-los, o depoimento de vocês me tranquilizou. Isso me diz que, independentemente das dificuldades que enfrentamos, quando temos esperança e quando temos um profundo amor pelos seres humanos, isso nos dá asas e, em seguida, nos dá a força para enfrentar, qualquer que sejam as provações. Parece que estou um pouco emocionado, porque, seus testemunhos estão cheios de emoções, depois de sete semanas desde que, do meu porão, eu comecei a viajar pelo mundo. Faço novos amigos, ouço, descubro sabores, cidades, países, atmosferas. Então, terminar com vocês, nos dois lugares mais quentes do planeta, mas com pessoas extremamente calorosas. Então, eu quero agradecer, quero dizer obrigado.

Pierre-Yves: Mas quero enviar uma grande saudação a todos aqueles que se juntaram a nós nas últimas sete semanas. Existem bilhões de espectadores que têm nos seguido sozinhos nas diferentes plataformas da Tv5, foi realmente um momento muito bom, muito obrigado.

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Montréal busca profissionais do mercado de TI

Postado por:Serge Boireem:26/07/2019

A primeira missão oficial de recrutamento de profissionais de TI da agência Montréal International no Brasil, a Montréal Tech Job Fair , foi realmente um sucesso.

Nove empresas do setor de TI e de videogames encontraram centenas de brasileiros em São Paulo, entre os dias 16 e 21 de julho, na esperança de preencher mais de 100 vagas de emprego disponíveis dentro da Grande Montréal.

A delegação da Montréal International participou da conferência The Developers Conference (TDC), na qual as nove empresas da missão aproveitaram para encontrar espontaneamente os interessados por uma nova vida na província canadense de Québec.

A #TalentMontreal também organizou um Happy Hour no sábado, 20 de julho, no qual 230 candidatos também puderam encontrar recrutadores do Quebec. A missão da Montréal International terminou domingo no Hotel Grand Hyatt de São Paulo, onde mais de 200 candidatos realizaram entrevistas para contratação.

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“Resultado super positivo! Estamos muito contentes”, afirmou o diretor de atração de talentos da Montréal International, David Lebel. “Nós recebemos mais de 4000 candidaturas e a gente percebeu que os brasileiros são pessoas extremamente capacitadas e experientes”.

A agência também se animou em constatar que os brasileiros e os quebequenses tem muitas afinidades em diversos níveis.

“No nível cultural, existe uma compatibilidade muito grande entre os brasileiros e quebequenses. Nossas culturas se assemelham e nós acreditamos que eles se integrarão facilmente à sociedade quebequense, tanto na vida pessoal como na profissional”.

Embora o domínio do francês não fosse uma condição de emprego para a maioria das empresas presentes, a delegação da Montréal International afirma, no entanto, que o sucesso da integração brasileira em Montréal depende, em grande parte, da proficiência na língua francesa. No Québec, a língua oficial no trabalho e na vida cotidiana é o francês. Mais de 95% da população da província utiliza essa língua.

A empresa COFOMO, ficou impressionada com a qualidade dos candidatos, no entanto, a ausência da proficiência em francês, em certos candidatos convocados para entrevista, foi um barreira na contratação durante esta missão.

“Eu tive excelentes candidatos entrevistados mas, infelizmente, a maioria não falava francês e eles foram desclassificados no momento. Eu os indiquei à École Québec afim de os entrevistar novamente no futuro”, afirmou Caroline Blais, vice-presidente adjunta de aquisição de talento da COFOMO.

 

A mesma história aconteceu para a companhia CGI, que também ficou encantada com os brasileiros e com a qualidade dos seus currículos. A empresa afirma que voltará ano que vem para contratar outros candidatos, mas lembra que quem deseja trabalhar com ela deve falar francês.

“O ambiente de trabalho, os clientes e as consultorias, tudo se passa em francês. Portanto, é primordial que, os candidatos interessados a trabalhar conosco, falem francês. Eles não poderiam ir ao supermercado ou comprar um carro se eles não falam francês. E a gente não pode esperar que eles cheguem no Québec para aprender o francês.”, insistiu a diretora de Serviços do Conselho da CGI de Drummondville, Marie-Josée Gaudreault.

Para outras empresas como a Unity  e WB Games, a proficiência do francês não é exigida para seguir com a contratação e a demanda de um visto de trabalho para os candidatos.

Porém, o Ministério da Imigração, da Diversidade e da Inclusão do Québec (MIDI) que esteve presente na missão, explicou aos candidatos que eles devem aprender o francês e o dominar até um nível intermediário avançado (B2) se eles desejarem, em seguida, obter suas residências permanentes.

“Em certas indústrias, as pessoas que não falam francês, conseguem ter o tempo de chegar, de aprender o francês localmente. É possível em certos setores, mas em outros, é menos possível”, confirma David Lebel. “Então, há setores onde as pessoas precisam chegar realmente com um nível intermediário no mínimo, mesmo intermediário avançado e, portanto, há um interesse em desenvolver uma parceria com a École Québec e fazer com que as pessoas possam aprender o francês enquanto aguardam o recebimento do seu visto de trabalho. Assim, até a chegada no Québec, a gente terá uma boa parte do caminho percorrido. E com a imersão local, eles poderão evoluir ainda mais seu francês”.

 

Para a Montréal International, está claro que o Brasil é um dos destinos certos para o recrutamento de profissionais qualificados. #TalentMontreal planeja organizar outras missões de recrutamento no futuro, tanto virtuais como presenciais.


Leia também a matéria original em francês abaixo.

La première mission officielle de recrutement de travailleurs qualifiés Montreal Tech Job Fair de l’organisme Montréal International au Brésil, s’est avérée un grand succès.

Neuf entreprises des secteurs des technologies de l’information et du jeu vidéo ont rencontré des centaines de Brésiliens à São Paulo entre le 16 et le 21 juillet dans l’espoir de combler plus de 100 postes disponibles dans la grande région de Montréal.

La délégation de Montréal International a d’abord participé à la conférence The Developers Conference (TDC) où les neuf entreprises de la mission ont en profité pour rencontrer de façon spontanée des centaines de candidats intéressés par une nouvelle vie dans la province de Québec, au Canada.

#TalentMontreal a aussi organisé un Happy Hour le samedi 20 juillet où 230 candidats ont aussi pu rencontrer les recruteurs des entreprises québécoises. La mission de Montréal International s’est terminée le dimanche 21 juillet à l’Hôtel Grand Hyatt de São Paulo ou plus de 200 candidats ont été rencontré lors d’entrevues d’embauche.

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« C’est un bilan très positif ! On est très content », a affirmé le directeur de l’attraction de talents chez Montréal International, David Lebel. « Nous avons reçu plus de 4000 candidatures et on a remarqué que les Brésiliens sont des gens extrêmement bien formés et très expérimentés ».

David Lebel s’est aussi réjouit de constater que les Brésiliens et les Québécois ont de grandes affinités à plusieurs niveaux.

« Au niveau culturel, il existe une compatibilité très grande entre les Brésiliens et les Québécois. Nos deux cultures se ressemblent et nous croyons que ce sera facile pour eux de s’intégrer à la société québécoise, autant dans leur vie personnelle qu’en milieu de travail ».

Même si la maitrise du français n’était pas une condition d’embauche pour la majorité des entreprises présentes, la délégation de Montréal International rappelle que le succès de l’intégration des Brésiliens au Québec passe en grande partie par la maitrise de la langue française par les nouveaux arrivants. Au Québec, la langue officielle au travail et dans la vie quotidienne est le français. Plus de 95% de la population de cette province parle cette langue.

Pour l’entreprise COFOMO, qui a elle aussi été impressionnée de la qualité des candidats rencontrés, l’absence de la maitrise du français chez certains a été un obstacle à leur embauche durant cette mission.

« J’ai eu d’excellents candidats en entrevue mais malheureusement la majorité ne parlait pas français et ils ont été disqualifiés pour le moment. Je les ai référés à École Québec afin de les interviewer à nouveau dans le futur », a affirmé Caroline Blais, vice-présidente adjointe à l’acquisition de talents chez COFOMO.

« Ç’a été une mission extraordinaire. Nous avons découvert des candidats de qualités avec des niveaux d’expériences impressionnants et un savoir-être hors du commun. On est extrêmement satisfaits », s’est réjouit la directrice des Services Conseil pour CGI à Drummondville, Marie-Josée Gaudreault.

Même son de cloche du côté de la firme CGI, qui a été elle aussi enchantée par les Brésiliens et la qualité de leur curriculum vitae. L’entreprise affirme qu’elle reviendra assurément l’an prochain pour embaucher d’autres candidats, mais rappelle que ceux qui souhaitent travailler chez elle, doivent absolument parler français.

« Chez nous, l’environnement de travail est en français, nos clients sont francophones et nos consultations se passent en français. C’est donc primordial que les candidats intéressés à travailler chez nous parlent français.

Ils ne pourraient pas aller faire l’épicerie ou s’acheter une voiture s’ils ne parlent pas français. Et on ne peut pas attendre qu’ils arrivent au Québec pour leur apprendre le français », a insisté la directrice des Services Conseil pour CGI à Drummondville, Marie-Josée Gaudreault.

Pour d’autres entreprises comme Unity et WB Games entre autre, la maitrise du français n’était pas exigée pour procéder à l’embauche et à la demande d’émission d’un permis de travail des candidats retenus.

Mais le Ministère de l’Immigration, de la Diversité et de l’Inclusion du Québec (MIDI) qui était présent à la mission, a expliqué aux candidats pressentis qu’ils devront apprendre le français et le maitriser à un niveau intermédiaire avancé (B2) s’ils souhaitent par la suite obtenir leur résidence permanente.

« Dans certaines industries, les gens qui ne parlent pas français ont le temps d’arriver, de se franciser sur place. C’est possible pour certains secteurs mais pour d’autres secteurs, ce l’est moins », confirme David Lebel. « Donc il y a des secteurs où les gens doivent arriver vraiment avec un niveau intermédiaire au minimum, intermédiaire/avancé même et donc de là l’intérêt de développer un partenariat avec École Québec et de faire en sorte que les gens puissent être francisés en attendant la réception de leur permis de travail. Comme ça, à leur arrivée au Québec on aura un bon bout de chemin qui sera fait. Et avec l’immersion sur place, ils vont pouvoir pousser ça beaucoup plus loin ».

Pour Montréal International, il est clair que le Brésil est une destination incontournable pour le recrutement de professionnels qualifiés. #TalentMontreal entend organiser d’autres missions de recrutement dans l’avenir, autant virtuelles que présentielles.

Novidades

Dia Internacional da Francofonia

Postado por:adminem:12/03/2019

 

Dia Internacional da Francofonia com festa!

A cultura francófona esta cada vez mais viva e frequente no nosso meio, milhares de pessoas amantes não só da cultura mais da língua também. Os encontros para praticar francês são mais comuns, ganhando assim, cada vez mais destaque. Não é atoa que esse destaque todo se transformou em uma data comemorativa. Sim!
O dia 20 de março se transformou no Dia Internacional da Francofonia, e para celebrar esse dia, há mais de 10 anos, é realizada a festa da francofonia. O evento é realizado em São Paulo, onde em vários lugares acontecem uma série de atividades culturais.
Nesse ano, o evento acontece entre os dias 10 à 31 de março. Contando com uma programação ampla, com: exibição de filmes, shows, peças de teatro, exposições, literatura e gastronomia. Esse evento também é uma oportunidade para aproximar e atrair novos apreciadores da língua e cultura francófona. Venha se divertir!

Programação:

Música

La Bronze, Nadia Essadiqi um dos nomes emergentes da música no Canadá. Sua música mistura rock e música eletrônica.

Apresentação:
Domingo, 17/03
às 16h00
Centro Cultural Fiesp
Entrada Franca

The Rodeo na Fauhaus, A cantora Dorothé apresentara canções do seu albúm Thérianthropie.

Apresentação:
Quinta-feira, 04/04
às 21h30
Local: Fauhaus
Endereço: Rua Faustolo, 983, Lapa – SP
Ingressos: R$ 20,00

Teatro

Mite: O alicerce das vertigens
A peça conta a história ficcional retratada na cidade de Brazzaville, capital da República do Congo, retratando as consequências da herança da colonização no país.

Apresentação:
15, 16 e 17 de março
15 e 16 às 18h00
17 às 21h00
Local: SESC Pinheiros
Endereço: Rua Pais Leme, 195, Pinheiros –SP

 

Louis Aragon, Je me Souviens
A peça se trata de uma coleção de poemas em primeira pessoa, montada pelo Teatro National Populaire. Esses poemas são contados pelo ator Damien Gouye com a ajuda do musico Benjamin Kerautret.

Apresentação:
Terça-feira, 19/03
às 20h00
Local: Teatro Aliança Francesa
Entrada: retirada de ingressos 1h antes do início do evento na bilheteria do teatro.

 

Mit: Partir com Beleza
A peça conta a história sobre a dor da perda, o momento de dor e sofrimento por perder a figura materna da sua vida.

Apresentação:
19, 20 e 21 de março
19 e 21/03 às 20h00 e 22h00
20/03 às 18h00, 20h00 e 22h00
Local: Casa do Povo
Endereço: Rua Tres Rios 252, Bom retiro – SP
Entrada: compra de ingressos disponível a partir do dia 21/02, às 17h no site MIT SP

 

Exposições

Olhares Cruzados, imagem de duas culturas, com a iniciativa do CCBC, incentivando a troca cultural, entre canadenses e brasileiros, a partir do olhar de dois fotógrafos.

Apresentação:
Terça-feira, 19/03 a 07/04
Terça a sábado – 10h às 20h; Domingos e feriados – 09h às 18h
CCBC
Entrada Franca

 

Literatura

Conferência: retrato da França de hoje, Daniel Rondeau irá retratar um país entre “a razão e o coração”. A conferência será seguida de uma sessão de autógrafos (obras à venda no local).

Apresentação:
Quinta-feira, 14/03
às 18h30
Local: Lycée franco-brésilien Pasteur – Unidade Mairinque
Endereço: Rua Mairinque, 256 – Vila Clementino -SP


Hors-La-Loi,
bate papo e manhã de autógrafos com Sandra Catrouxo

Apresentação:
Sábado, 16/03
às 11h00
Local: Aliança Francesa – Unidade Faria Lima
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2421 – Pinheiros
Entrada Franca

 

Conferência: As mulheres na diplomacia, com Laurence Badel. Qual o lugar as mulheres ocuparam e ocupam na diplomacia ao longo dos séculos?

Apresentação:
Quarta-feira, 20/03
às 14h00
Local: Instituto das relações Internacionais da USP
Endereço: Cidade Universitária – Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues s/n – Butantã
Entrada Franca

 

Encontro com a Escritora Pauline Delabroy-Allard, Pauline Delabroy-Allard é uma jovem escritora francesa, ela vem contar sobre o seu primeiro romance, o livro Ca Raconte Sarah, publicado na França em 2018.

Apresentação:
Quarta-feira, 27/03
às 19h30
Local: Teatro Aliança Francesa
Endereço: Rua General Jaerdim, 182 – Vila Buarque
Entrada Franca

 

Filmes

Festival anima Canadá
18/03 à 24/03
A partir de 10h30
Cada filme ficará disponível no Facebook por 24h

Onde: Facebook Canadá no Brasil

 

A nossa espera
Quinta-feira, 21/3
às 15h00
Local: Sesc Vila Mariana

Ingressos: gratuito, retirada na Bilheteria da unidade com uma hora de antecedência.

 

 

A Festa da Francofonia em São Paulo é uma realização dos Consulados Gerais da Bélgica, Canadá, França e Suíça, Escritório do Governo do Québec em São Paulo, Institut Français, Aliança Francesa de São Paulo, Bureau Export, SESC SP, Livraria Cultura e Livraria Francesa e seus parceiros.

Para mais informações e programação completa, acesse.